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segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Projeto de lei sugerido pela internet pode proibir flanelinhas em Maringá

Um projeto de lei protocolado no dia 5 de janeiro, em Maringá, na região norte do Paraná, pelo vereador Flávio Vicente (PSDB) e que segue o exemplo de Novo Hamburgo (RS), pode proibir a atividade dos guardadores de carros na cidade, os flanelinhas. O texto do projeto foi emprestado da cidade gaúcha e entra em pauta na Câmara em fevereiro, depois que eleitores fizeram o pedido ao vereador pelo Facebook.

Em entrevista ao PORTAL G1, Vicente disse que a atenção está nos resultados da experiência de Novo Hamburgo. No dia 6 houve uma conversa política com o prefeito de lá. A questão é a abordagem jurídica da proibição. Em 2005, a Associação Comercial de Maringá fez uma pesquisa e identificou 35 flanelinhas na região central, um terço de não-maringaenses. O vereador garantiu que a cidade tentou regulamentar a profissão, com capacitação por cursos e uso de identificação, mas que os flanelinhas “não quiseram participar”.

Desta vez, porém, se a lei for aprovada, a atividade de guardar carros usando o espaço público ficará proibida e quem se aventurar na informalidade pode ser detido.

“Não se pode usar um espaço público para ganhar dinheiro a menos que isso seja uma concessão, esta é a forma jurídica que entendemos”, explicou. “Sempre houve entraves como a questão do ir e vir, ou até mesmo o direito de pedir esmolas, mas o que acontece é que os flanelinhas têm uma profissão que usa o espaço público sem concessão, e não pode”.

O Ministério Público será procurado, também informou Vicente, para uma consulta sobre as implicações legais do projeto. “Será preciso que a prefeitura se comprometa em fiscalizar, com apoio da Guarda Municipal e da Polícia Militar. As pessoas não devem pagar, também. A sociedade tolera o comportamento dos flanelinhas”.

fonte: G1

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Blog "Diário do Rio de Janeiro" manifesta-se contra os flanelinhas

Este conhecido blog, publicou o texto de opinião "flanelinhas, esse mal",. Segue abaixo parte do texto:


Qual serviço eles prestam? Não é o de fornecer o espaço para estacionar, esse é público, quando pago pertence a Prefeitura. Segurança muito menos, não sei as estatísticas mas não vai ser um flanelinha que vai evitar que furtem algum veículo, talvez porque paguemos para que eles não arranhem o carro, bem, aí é extorsão.


Normalmente os flanelinhas são pessoas que poderiam estar muito bem no mercado de trabalho, em algo correto e honesto e não dá para dizer que é grana fácil, ficar embaixo do Sol, chuva, correr para um lado e para o outro, não é nenhum mar de rosas. Claro, talvez o ato de guardar carros seja mais lucrativo mas não deveria.


E qual a solução? Fiscalização da Polícia Militar, uma legislação específica e até uma conscientização da população de parar em estacionamentos regulares e não pagar aos flanelinhas. Com o tempo daria para diminuir bastante o problema.



Para conferir esta postagem - CLIQUE AQUI

Delegado escreve artigo contra flanelinhas

O delegado Roger Spode Brutti publicou um suscinto e interessante artigo cujo título é "Extorsão praticada por 'flanelinhas'" no site delegados.com, para conferir artigo CLIQUE AQUI

Segue abaixo parte do texto:

Você estaciona o seu veículo em via pública, mal sai do carro e alguém que estava próximo faz um sinal e aguarda a sua confirmação. Você se sente coagido e não vê outra alternativa a não ser confirmar. Esse flagelo já se arrasta há décadas e já faz parte do estereótipo urbano.

Em verdade, quando o guardador irregular pergunta a você, de forma simpática, se pode vigiar o seu carro, e você responde que sim, o que está subentendido é o seguinte: ele faz sinal anunciando que, ou você paga, ou talvez o seu veículo será alvo de vandalismo praticado por ele ou por algum dos seus comparsas. Por sua vez, você confere o “ok” a ele dizendo, em verdade, que não vê outra alternativa a não ser pagar um determinado valor para que ele não estrague o seu patrimônio.

sábado, 23 de julho de 2011

PM é esfaqueado no pescoço por flanelinha após negar pagar R$15 por uma vaga

Durante a realização da 8ª Parada do Orgulho Gay de São Luís - MA, que aconteceu na Avenida Litorânea, na tarde e noite de domingo (dia 10 de julho), a polícia registrou diversos incidentes ocorridos no evento. Um dos casos foi o do cabo da Polícia Militar identificado como Erinaldo Leite Sodré, do Batalhão de Choque.

Ele foi atingido por uma facada no pescoço depois de um desentendimento com o guardador de carros identificado como Agripino Almeida Cantanhede, de 68 anos, morador do bairro Coroadinho.

Agripino teria cobrado uma taxa de R$ 15 para vigiar os carros estacionados nas proximidades do evento. Por não concordar com o valor abusivo, o policial foi vítima da agressão do flanelinha.

Erinaldo foi socorrido por familiares e encaminhado em estado grave ao centro cirúrgico do hospital. O autor do delito foi preso por policiais militares e apresentado no Plantão Central da Beira-Mar, onde foi autuado em flagrante.


FONTE> JORNAL O IMPARCIAL

terça-feira, 19 de julho de 2011

Em Campo Grande, flanelinha ameaçador era foragido da polícia

Policiais Militares do 9º Batalhão prenderam dois homens com mandados de prisão durante abordagem pelos bairros da região norte da cidade.

O primeiro mandado foi cumprido quando, nesta segunda-feira (18), os policiais militares ao realizarem ronda pela avenida Mato Grosso, abordaram um homem de 47 anos de idade o qual cuidava de carros nas imediações de uma instituição bancária e que, segundo denúncias, ameaçava os proprietários de veículos a pagarem por seus serviços. Este homem ao ser checado pelos policiais foi identificado como sendo um foragido da justiça.

Fonte: A CRITICA

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Flanelinha é condenado a 19 anos por matar homem que não pagou

A Promotoria do Júri de Taguatinga condenou Adriano Garcez Silva a 19 anos de reclusão por homicídio duplamente qualificado. Adriano matou José Maviael do Amaral, de 56 anos, por ele ter se recusado a dar "esmola" em frente a um mercado em Taguatinga. A decisão saiu na última quinta-feira (7 de julho), mas só foi divulgada nesta sexta (15) pelo MPDFT.


A defesa alegou que a vítima ofendeu o réu por ele ser flanelinha e travesti. A Promotoria defendeu que a opção sexual de cada indivíduo deve ser respeitada, mas argumentou que a ofensa não justifica o assassinato.


O crime ocorreu no dia 25 de junho de 2010, em frente a um supermercado de Taguatinga. O réu, que tinha 33 anos na época, era conhecido como Paloma, usava roupas femininas e pedia dinheiro em frente ao mercado, atuando como flanelinha. A vítima foi abordada, mas serecusou a pagar. Após ter o pedido negado, Adriano Garcez pegou um espeto de churrasco e acertou José na virilha. O homem foi socorrido, mas não resistiu aos ferimentos.


FONTE: correio de santa maria

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Operação prende flanelinhas em Aracajú

Na manhã desta quarta-feira, 13, um forte esquema de viaturas e policiais armados chamou a atenção dos moradores do bairro São José, em Aracajú. Os militares abordavam flanelinhas que em seguida eram colocados em viaturas.

De acordo com o comandante do Policiamento da Capital (CPMC) em exercício, tenente coronel Adolfo Menezes, a operação da polícia foi executada após diversas queixas da população com relação a extorsão.

O comandante do CPMC afirma que após deixar o veículo em determinado ponto da capital, motoristas são surpreendidos com cobranças abusivas por parte dos flanelinhas. Adolfo Menezes esclarece que a profissão de guardador e lavador de automóveis é regulamentada e que quem não possui registro comete uma contravenção penal.


“A profissão é regulamentada e tem que ter o registro para o exercício da profissão. Isso não é bobagem é uma profissão como outra qualquer. A grande maioria são pessoas de bem, mas é preciso regularizar...”, aconselha o comandante que relata alguns crimes que são cometidos nas ruas.

“O cidadão estaciona o carro e são abordados por flanelinhas que cobram uma taxa, quando esse valor não é pago eles furam o pneu, quebram parabrisa e intimidam. Quero ressaltar que nós estamos dentro da legalidade, existe uma contravenção”, menciona o tenente coronel salientando que a ação ocorrerá nos bairros Jardins, Coroa do Meio e Atalaia.


O forte esquema no policiamento chamou a atenção de todos que passavam pela via
“Eles serão levados para o 8º Batalhão de Polícia onde faremos um Termo Circunstanciado e em seguida serão liberados”, fala.



Fonte: INFONET - Veja na íntrega aqui e aqui

Os vereadores, equivocados, defendem a regulamentação - veja aqui

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Tolerância Zero aos flanelinhas

Um excelente artigo foi publicado no blog Bahia na rede. O texto "Sobre janelas quebradas, flanelinhas e crime de extorsão" relaciona a atividade dos flanelinhas a política de tolerância zero nos E.U.A.

Para ler o texto completo clique aqui

Segue abaixo uma parte do artigo:


...É aqui que as histórias de Salvador e Nova York precisam se encontrar, antes que seja tarde demais. Na operação Tolerância Zero, mendicância agressiva, “guarda de carros” e até a lavagem compulsória de pára-brisas (sim, essa desgraça existiu em Nova York, com rodinho e tudo, acredite se quiser) foram tratadas como crimes, assim como pichações, e combatidas severamente pela polícia. Delitos pequenos e crimes graves não são independentes. Fazem parte de uma mesma escala que tende a ser percorrida de baixo para cima por quem não encontra barreiras.

Antes que alguém se escandalize, não estou sugerindo que flanelinhas e cia. ltda. sejam recolhidos às penitenciárias, que todo mundo sabe que são verdadeiras escolas do crime. Mas estou propondo sim, com todas as letras, que sejam impedidos completamente de atuar. E digo mais: este é o momento ideal para uma ação assim, pois ninguém vai poder alegar falta de oportunidades no mercado formal. A construção civil, por exemplo, está a todo vapor, continua com perspectivas de crescimento e carente de mão de obra, inclusive sem qualificação. Os órgãos municipais podem muito bem fazer esse direcionamento.

E no caso de quem não quiser mudar de ramo? Aí o Estado, que constitucionalmente tem o monopólio da força, deve agir com a convicção de que a qualidade de vida dos soteropolitanos, com ou sem carro, depende, em boa medida, da firmeza dos seus administradores públicos. Cadeia e pronto! Afinal, extorsão é crime...

terça-feira, 28 de junho de 2011

Flanelinha é esfaqueado em briga por ponto em Londrina

Um flanelinha foi esfaqueado durante a madrugada do dia 26 de junho de 2011, no Centro de Londrina, em uma briga por um ponto de estacionamento de carros na Rua Professor João Cândido, em Londrina.

Segundo informações da Polícia Militar, o flanelinha disse que estava cuidando de seu ponto quando um homem, conhecido como "Negro Darça", chegou à rua, querendo tirar Santos do local e cuidar dos carros da rua.

Como a vítima não cedeu, foi esfaqueada e o agressor fugiu do local antes dos policiais chegarem.

FONTE: JORNAL O DIARIO

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Jornal Hoje flagra ação de flanelinhas perto do Estádio do Pacaembu



Em uma reportagem muito bem elaborada, o jornal Hoje percorreu o entorno do estádio do Pacaembu no jogo do Santos na Final da Libertares da América. Todos os Flanelinhas cobravam R$50,00 antecipado para que o motorista pudesse estacionar na rua.



Veja a reportagem completa: Clique aqui (Jornal Hoje) ou aqui (Globo Vídeos)




O mais revoltante é que, em nota, a PM informou que só age quando algum crime estiver sendo cometido. Ora, estavam cometendo a contravenção penal de exercicio olegal de profissão, a polícia tinha obrigação de reprimir (no Rio de Janeiro essa repressão ocorre, mas parace que a PM do Rio e de SP tem posicionamentos diferentes quanto a questão). Além disso, exigir dinheiro antecipado para que o motorista estacione configura o crime de constrangimento ilegal.

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Vídeo mostra que flanelinhas ajudam assaltantes de carros em Cuiabá

Já falamos deste caso aqui, porém vale apena conferir a reportagem em vídeo: nas imagens Mulheres são surpreendidas com o pneu murcho e acabam sendo roubadas.
Os flanelinhas confessaram à polícia que receberam R$ 50 para ajudar -

Para ver o vídeo da notícia CLIQUE AQUI

As imagens do circuito de segurança de um prédio revelam dois flanelinhas ajudando duas mulheres que encontraram murcho um dos pneus do carro. Enquanto os dois guardadores conversam com as mulheres, outros dois homens armados renderam as jovens e levaram o veículo. Segundo a polícia, o carro ainda não foi recuperado e os suspeitos estão soltos. A polícia deve expedir mandados de prisão contra os flanelinhas que chegaram a ser interrogados, mas foram liberados por porque não houve o flagrante.

domingo, 29 de maio de 2011

Em Teresina, Flanelinha é preso após agredir agente de Trânsito



Um flanelinha foi preso após desacatar ordens de um agente da Superintendência de Transporte e Trânsito (STRANS). O flanelinha rasgou o bloco de multa do agente e fez agressões verbais na praça da Liberdade, centro de Teresina. Testemunhas contaram que o flanelinha afirmava que "o terreno era dele e que a STRANS não podia mexer com os seus fregueses". A ocorrência está registrada na Central de Flagrantes, e foi a segunda em duas semanas. Cerca de 90 agentes realizam os trabalhos de fiscalização nas ruas da Capital nos três turnos.

A supervisora dos agentes de trânsito, Fabiana Ferreira, explica que a figura do flanelinha não está regulamentada pela lei. "A população não deve obedecer a práticas e os mandos exigidos por ele (flanelinha), pois não possui direito legal", argumenta. A supervisora relata ainda como se deu a ocorrência hoje: "Por volta das 8h30 o agente estava fazendo o cumprimento da lei, quando surpreendeu com a atitude do flanelinha, que arrancou o bloco de multas das mãos do agente e arremessou na rua", conta Fabiana Ferreira.

Fabiana afirma que "a Praça da Liberdade é um local proibido de estacionamento para os motoristas e que a STRANS é o órgão que regulamenta as leis de trânsito em Teresina. A assessoria jurídica da superintendência foi acionada no caso. "Medidas como essas não ficam impunes", completou Fabiana Ferreira.

O flanelinha, que não teve a identidade revelada, ficou preso por cometer crime de desacato a autoridade e destruição de documento público. Na semana passada, de acordo com a STRANS um mesmo caso envolvendo agressões verbais aconteceu na região do pólo de saúde de Teresina.

Fonte: Portal o Dia



segunda-feira, 23 de maio de 2011

"Operação Arrumador" prende 224 flanelinhas no Rio



Durante a "Operação Arrumador", que durou apenas dois dias ( nos 5 e 6 de maio de 2011), a Polícia Civil do Rio de Janeiro prendeu 224 flanelinhas que exerciam ilegalmente a profissão. A ação teve o objetivo de coibir a prática de extorsão que, segundo a polícia, vem sendo praticada pelos guardadores de carros não autorizados pela prefeitura.


Os agentes realizaram as operações na capital e no interior do Estado. Cada delegacia fez imagens da atuação dos flanelinhas como provas que também puderam enquadrá-los em formação de quadrilha. Durante a ação, alguns deles foram presos em flagrante, quando tentavam extorquir os motoristas.


Fonte: ESTADÃO

quarta-feira, 4 de maio de 2011

90% dos flanelinhas detidos em Porto Alegre tinham antecedentes criminais






A Brigada Militar iniciou mais uma cruzada contra os flanelinhas irregulares na Capital. Uma operação flagrou na terça-feira mais de cem guardadores não autorizados com antecedentes criminais. Nas próximas semanas, serão estabelecidas regras para a atividade na cidade.

A ação faz parte de uma ofensiva contra os ilegais determinada pelo Comando de Policiamento da Capital (CPC). A intenção do CPC é de que cada batalhão da Capital efetue a sua vigilância sobre os guardadores de carros que não são legalizados.

No pente-fino, realizado no bairro Cidade Baixa e no Centro, 115 flanelinhas foram abordados. A imensa maioria tinha passagem pela polícia. Conforme o comandante da operação, capitão Éderson Trajano, ninguém foi preso porque não foram flagrados cometendo extorsão.

Uniforme e código de postura serão adotados

A cruzada contra os guardadores irregulares deve se ampliar nas próximas semanas. Até o dia 29, três entidades que representam os guardadores devem definir, em parceria com a BM, o modelo do uniforme que passará a ser adotado pelos 600 trabalhadores autorizados. A ideia, diz o titular do CPC, coronel Atamar Cabreira, é que os jalecos padronizados ajudem nas abordagens.

O novo uniforme deve ser preto com tarjas amarelas reflexivas, além de conter o nome do guardador e seu número de registro. Os flanelinhas autorizados terão ainda um código de postura, a fim de serem instruídos sobre cortesia aos motoristas e obediência às regras de estacionamento

Fonte: Jornal Zero Hora

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Flanelinha ameaça delegado e acaba detido em Ribeirão Preto



O delegado de polícia Luiz Geraldo Dias, de 52 anos, registrou um boletim de ocorrência (BO) por ameaça contra o flanelinha Danilo Henrique Fagundes, 25, no inicio de outubro. A Polícia Militar chegou a ser acionada pelo delegado e o flanelinha foi levado à delegacia, ouvido e liberado.

De acordo com o BO, o delegado estacionou seu carro na região Central de Ribeirão Preto, para ir a um consultório médico naquela região e, quando voltou, foi abordado pelo flanelinha.

O delegado, que redigiu o próprio BO, afirma ter dito ao flanelinha que não poderia pagar gorjeta porque não tinha dinheiro trocado. Segundo ele, no entanto, o suspeito reagiu mal e disse, em tom de ameaça, que havia anotado a placa do carro, o que desencadeou uma discussão. O flanelinha tem passagens pela polícia por furto.

fonte: Jornal A cidade

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

O GLOBO recolhe no twiter denúncias contra flanelinhas

Essa e outras ilegalidades que caracterizam a desordem urbana já podem ser denunciadas no Twitter. Inspirado na série de reportagens do GLOBO de mesmo nome, o perfil “Ilegal. E daí?” aportará no microblog com a proposta de criar um canal para as queixas da população em relação à desobediência sistemática de leis, normas e posturas no Estado do Rio. Com as reclamações mostradas na mídia social, será possível aumentar a pressão sobre o poder público. Quem quiser colaborar deve enviar para o @ILEGALeDAI pequenos textos e fotos sobre problemas que atrapalham o dia a dia da população.

Um dos primeiros temas abordados é a ação dos flanelinhas. A prática é classificada como exercício ilegal da profissão e pode ser enquadrada como crime de extorsão. Quem é abordado por algum flanelinha, não encontra operadores autorizados nos horários regulamentados ou sabe de pontos de atuação de guardadores ilegais pode encaminhar sua história, citando o local, para o @ILEGALeDAI. A discussão no microblog servirá como base para reportagens que serão veiculadas no site do GLOBO e no impresso.

fonte> blog do jornal o globo

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Flanelinhas no Programa Conexão Repórter



O Programa Conexão Repórter, do SBT, exibiu no início de setembro uma reportagem fantástica (sem nenhum trocadilho com o programa global) o dia a dia dos flanelinhas.

A reportagem foi chamada de "Os donos da rua" e foi assim resumida pelo programa: "Com câmeras escondidas, nos infiltramos neste universo que é repleto de exploradores, criminosos mas também de gente honesta. Em alguns eventos em São Paulo, guardadores de carro chegam a cobrar R$ 50,00. Para quem não está disposto a pagar, ameaças. Registramos como agem, suas abordagens e truques para explorar motoristas. Nem mesmo a presença da polícia e dos fiscais do trânsito inibe essa atividade que muitas vezes é criminosa."


A integra desta reportagem pode ser assistida no site do SBT - clique aqui

Mais detalhes sobre a reportágem - clique aqui

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Flanelinhas em Natal (RN) - mais uma cidade a beira do caos




Segundo o wikipédia, Natal seria a Capital menos violenta do Brasil e a décima-quarta cidade mais segura do páis. Se isso for realmente verdade, tal situação está prestes a mudar, graças a atuação dos famigerados flanelinhas. A denúncia partiu do jornal Tribuna do Norte, onde o jornalista Fábio Araújo publicou excelente reportagem entitulada "flanelinhas: os donos das vagas" ( a íntegra da reportagem voce confere clicando aqui)

Segue abaixo um trecho da reportagem:

"Flanelinha. A palavra é garantia de irritação para os motoristas que lutam pLinkara conseguir uma vaga de estacionamento nas ruas de Natal. Eles colocam obstáculos nas vias públicas, loteando as áreas entre si e reservando vagas para seus “clientes” preferenciais. Muitas vezes se acham no direito de estipular preços e cobrar adiantado pelo trabalho, reclamando quando suas exigências não são atendidas. O cidadão se vê obrigado a pagar por um “serviço” que não pediu, sob pena de ter seu veículo danificado. Os flanelinhas atuam livremente em bairros como o Centro, Ribeira, Alecrim e Cidade Alta, sem serem incomodados pelas autoridades.
...
De acordo com o tenente-coronel Alarico Azevedo, subcomandante do Policiamento Metropolitano, o cidadão que se sentir molestado pelo flanelinha deve acionar a Polícia Militar por meio do telefone 190. “Havendo a denúncia, a viatura se encaminhará ao local. A vítima deve ficar lá pra identificar o infrator, ir até à delegacia e fazer o Boletim de Ocorrência”, explica.
O secretário Haroldo Maia reconhece o problema da reserva de vagas para estacionamento e diz que são feitas operações para coibi-la, mas o efetivo da Secretaria é pequeno e tem também outras prioridades."